Bem-vindo amigo cinéfilo. Aqui você encontrará análises e críticas de filmes de todos os gêneros, de toda qualidade e de todas as épocas.Faça suas sugestões e críticas ao blog na construção de um centro aprimorado de discussão da sétima arte.Nós, Douglas Celente, Jorge Celente e Fábio Silva, esperamos que possamos ajudar vocês entrarem no maravilhoso mundo de uma arte quase perdida:o bom cinema. Diversão a todos.
Saudações, lendários leitores. Trago a vocês mais um filme para sua sessão "cinema-em-casa" e, dessa vez, um apocalíptico. Eu Sou A Lenda, conta a estória do cientista Robert Neville (Will Smith), único humano sobrevivente em Nova Iorque após uma contaminação em massa, consequência do ataque de um vírus que mat
ou grande parte da população e transformou todos os habitantes locais restantes (e aparentemente todo o mundo) em monstros.
Inexplicavelmente imune ao vírus, o protagonista passa dias ao lado de seu fiel pastor alemão caçando, passeando, desenvolvendo pesquisas à procura da cura para os que foram transformados em monstros canibais irracionais e, para experimentá-las, captura muitos destes ex-humanos que, apesar de irracionais, ainda vivem em bandos.
Muito embora Robert Neviile possa se dar ao luxo de caçar antílopes utilizando um Mustang ou qualquer outro carro que encontre pela rua, passar os dias sem companhia humana é um fardo que poucos suportariam, e ele faz o possível para lidar com humor com toda essa situação, e cria até mesmo um cotidiano para si. Uma de suas tarefas diárias é transmitir uma mensagem em todas as frequências AM e FM de rádio, dizendo que ele pode oferecer
abrigo, proteção, comida, dentre outros, e que quem quer que esteja ouvindo essa transmissão pode encontrá-lo todos os dias a um determinado horário no porto de Nova Iorque. Passam-se anos, no entanto, e ninguém aparece.
Não bastasse a situação miserável em que se encontra, ele vê seu chão ruir quando sua última companhia, se cão pastor, morre em seus braços, vítima de um ataque inesperado dos ex-humanos.
Mas nem só de M*** vive o homem (lol), e muito menos Hollywood, então algo acontece para melhorar a vida do perseverante cientista, a que dará rumo ao final da estória.
Com uma abordagem bem diferente dos outros filmes apocalípticos que já assisti, essa obra toca mais contundentemente em pontos como a loucura causada pela solidão e o desespero na procura por companhia e afeto humanos. Vale a pena conferir e sempre excelente e forte atuação de Will Smith em uma ficção dramática e muito emocionante.
Até a próxima sessão.
Título: Eu Sou A Lenda
Original: I Am Legend
País: EUA
Elenco Principal: Will Smith, Alice Braga, Charlie Tahan.
Companhia: Warner Bros. Pictures
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0480249/Leia Mais…
ALOHA, queridos, sanguinolentos e incrivelmente pacientes leitores. Estou de volta após meses de inatividade, e com um tí
tulo que não pode faltar no acervo cinematográfico de vossas caixolas: Cães de Aluguel.
Essa obra de Quentin Tarantino precede e faz muitas referências a Pulp Fiction (do qual iremos falar em breve, muito embora acredite que a maioria dos que lêem a este Blog já o conheçam) e apresenta muitas das características do irmão mais famoso: não-linearidade temporal, diálogos expressivos, personagens bem definidos, sanguem dentre outros.
A trama gira em torno de um assalto planejado pelo criminoso Joe Cabot (Lawrence Tierney
). Para o dito assalto ele contrata 6 homens de confiança dele, mas que não conhecem uns aos outros. Para diminuir os riscos da operação os 6 são instruídos a não revelar seus nomes uns aos outros, e são conhecidos como Mr. Blue (Edward Bunker), Mr. Brown (Quentin Tarant
ino), Mr. Orange (Tim Roth), Mr. White (Harvey Keitel), Mr. Blonde (Michael Madsen) e Mr. Pink (Steve Buscemi).
O problema é que o plano dá errado, e os integrantes da equipe pass
am a crer que há u
m traidor entre eles. Dentro de um galpão e sem saber ao certo qual é a situação do lado de fora,
os seis terão de encarar uns aos outros e descobrir quem é o delator.
A película é bem curta, com apenas 99 minutos, mas Quentin faz de cada momento uma eternidade, apresentando cenas fortíssimas sem necessariamente "mostrar" violência. Essa abordagem, usada por poucos e da qual Tarantino é mestre, faz com que o filme possa ser assistido por publicos mais jovens. O que pode incomodar a alguns (jamais a mim) é o vocabulário das personagens, apresentando muitos palavrões (como em qualquer filme Tarantinesco).
Recomendado pelo Excelente Filmes, Cães de Aluguel é um filme de ação dos melhores já feitos, com nota 8.4 no IMDB, e que te prenderá na frente da tela por bons 99 minutos.
Assistam e digam o que acharam. Abraços e até a próxima sessão.
Título: Cães de Aluguel
Original: Reservoir Dogs
País: EUA
Elenco Principal: Lawrence Tierney, Edward Bunker, Quentin Tarantino, Tim Roth, Harvey Keitel, Michael Madsen e Steve Buscemi.
Olá novametne amigos do Excelente Filmes. O filme que lhes apresentarei nesse post é mais um estrelado por Gene Kelly, dessa vez dirigido por Vincent Minelli. Assim como em "Um dia em Nova York", "Sinfonia de Paris" tem, além da atuação marcante, a marca do talento de Gene Kelly, registrada no grandioso número de ballet no final do filme. Gene Kelly não teve a idéia original - três anos antes um filme inglês "Os Sapatinhos Vermelhos" inovou ao apresentar um ballet de quinze minutos no meio da filmagem - porém sua criação e execução de dezesseis minutos foi tão bem sucedida que é tida como um marco na história do cinema e a ideia passou a ser utilizada em outros musicais da época, como "Cantando na Chuva".
Apesar de sua importância histórica, o filme peca em um dos principais pontos na minha opinião: seu enredo é um pouco fraco e os personagens poderiam ter sido melhor explorados. Porém, esses pontos são recompensados, se não superados, pela forma criativa como cada um dos personagens se descrevem logo no início do filme e a presença sempre marcante de Gene Kelly, que pode não ser o mais talentoso dos atores, mas seu carisma e talento na sua área compensam a falta de poder dramático.
Jerry Mulligan (Gene Kelly) é um ex-combatente americano que, logo ao final da Segunda Guerra Mundial, foi dispensado pelo exército e optou por se estabelecer em Paris como todo bom amante de artes e se dedicou à pintura de quadros, embora sua situação denotasse não ter tido muito sucesso com suas obras: Mora em um minúsculo apartamento no bairro parisiense de Montmartre. No mesmo hotel mora Adam Cook (Oscar Levant), outro americano, porém está em Paris para estudar música, mais necessáriamente piano clássico, embora o filme o apresente como sendo mais tendencioso ao Jazz. Outro grande amigo de Adam é Henri "Hank" Baurel (Georges Guétary) um cantor francês de certa fama que resolve visitar Adam para lhe contar que está para se casar com uma garota que, durante a Guerra, ficou sob seus cuidados. A garota em questão é Lise Bouvier (Leslie Caron) que trabalha em uma loja de perfumes de paris.
Quando Jerry está saindo para sua "exposição" nas ruas de paris, encontra Adam e Henry discutindo sobre gostos musicais, sendo que Henry defende a pureza da música clássica enquanto Adam, e mais tarde Jerry, defendem a versatilidade do Jazz. Nesse ponto entra o primeiro musical do filme com Adam ao piano e Jerry e Henry cantando By Strauss. Logo que Jerry chega para expor suas obras em uma calçada qualquer aparece uma garota que aprentemente está interessada em uma pintura, porém Jerry já adescarta a tomando por mais alguém que irá criticar sua obra.
Assim que a garota sai, Jerry é abordado por Milo Roberts (Nina Foch), uma milionária que, a princípio, se interessa pela arte do americano e resolve lhe ajudar a expor melhor suas obras em uma exposição em grandes salões. Jerry a acompanha até seu luxuoso apartamento para levar as pinturas e lá é convidado por Milo a participar de uma festa que esta vai dar a noite. Após relutar, Jerry aceita o convite e ao voltar, na hora marcada, descobre que a festa em questão era somente para ele e Milo. Ultrajado com a mentira de Milo quando o interesse dela não estava em sua arte propriamente dita, Jerry ameaça sair e levar suas pinturas mas é convencido por sua "empresária" de que ele precisa de ajuda e então acabam por ir a um bar encontrar um dos contatos de Milo. Ao chegarem, Jerry instantaneamente se apaixona por Lise, que está sentada na mesa ao lado, aparenta estar aborrecida.
Estabelecido o primeiro contato, Jerry acaba por descobrir o telefone da moça e a convence a sair com ele, fazendo com que ela também acabe se apaixonando por ele, porém sem lhe contar que está de casamento marcado com Henry Baurel.
Vela a pena conferir qual vai ser a escolha de Lise, as decisões de Milo e, é claro, o magnífico ballet ao final do filme.
Título: Sinfonia de Paris Original: An American in ParisPaís: EUA Elenco Principal: Gene Kelly, Leslie Caron, Oscar Levant, Georges Guétary e Nina Foch Companhia: MGM IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0043278/
Olá amigos do Excelente Filmes. Depois de um longo inverno volto a postar sobre os musicais de Hollywood. Para celebrar esse retorno escolhi um grande musical e o primeiro dirigido e atuado por um certo Gene Kelly em parceria com Stanley Donen. Ambos estavam ingressando na nova "carreira" na época e, talvez por isso, tenham colocado tanto empenho e energia nas filmagens.
Um Dia Em Nova York é também um marco na história do cinema pois, na época, os diretores do estúdio acharam que Gene Kelly havia perdido o juízo quando decidiu filmar boa parte de seu trabalho em locações, nas ruas de Manhattan, coisa que em 1949 era raríssimo. O que tinha tudo para ser um fiasco tornou-se uma grande obra pela excelência de suas músicas, pela coreografia vibrante e encantadora a cada número, pelo elenco perfeito e pelas piadas muito bem empregadas e o bom humor contagiante de Sinatra.
Um Dia Em Nova York conta a história de três marinheiros - Gabey (Gene Kelly), Chip (Frank Sinatra), e Ozzie (Jules Munshin) - que saem em licença de 24 horas na cidade de Nova York. Logo na primeira cena os três já empolgados interpretam "New York, New York" (não confundam essa versão com a tão consagrada "New York, New York", tema de filme homônimo de Martin Scorsese interpretada por Sinatra). Porém, cada um tem seu próprio plano de divertimento: Chip quer ver o máximo da cidade possível utilizando um antigo guia datado de 1905 que seu avô lhe deu, Ozzie deseja encontrar-se com várias mulheres e Gabey, o mais sério, anseia por encontrar a mulher da sua vida.
A aventura dos três começa realmente quando, em um túnel do metrô, Gabey vê a fotografia da bela modelo Ivy Smith (Vera-Ellen) e diz ter encontrado a mulher de seus sonhos, arrastando seus melhores amigos a uma busca de sua paixão. Ao descerem em uma das estações do metrô, Gabey acidentalmente encontra Ivy, porém ela estava sendo fotografada para publicidade e acaba o esbobando. Ao saírem do metrô os três decidem que precisam chegar até a próxima estação para que Gabey a encontre novamente, é nesse momento em que conhecem Hildy Esterhazy (Betty Garrett), uma taxista que, mesmo terminada a guerra, se manteve na profissão. Hildy aceita levá-los até a próxima estação sob a condição de Chip, por quem se apaixonou logo de cara, ir sentado ao lado dela. Ao sairem da próxima estação sem terem encontrado a moça, os três decidem procurar por ela nos museus da cidade, pois no poster do metrô dizia que ela deveria visitar museus.
A primeira parada é no Museu de História Natural de Nova York, onde todos vão à procura de Ivy, incluisive Hildy, que deveria levar o seu taxi de volta para a garegem Ao se espalharem para procurar pela Miss Turnstiles, Ozzie acaba por conhecer Claire Hudson (Ann Miller), uma antropologista que estuda Homens Pre-históricos e encontra uma rara semelhança entre o marinheiro e uma estátua de um dos seus objetos de estudo "Homens Modernos, o que são?". Claire se empolga toda com seu "achado" e o dispensa logo depois de tirar-lhe as medidas, enquanto Ozzie se aproxima e lhe pergunta sobre o interesse em homens mais "maduros". Claire começa a lhe explicar e ambos vão ficando cada vez mais perto até que Claire o beija como nas cenas clássicas onde o mocinho toma a mochinha em seus braços e a inclina pra trás ao beijá-la, só que nesse caso os papéis estão invertidos.
Aqui entra o primeiro número do musical no qual Claire fala sobre seus Homens Pré-históricos (Prehistoric Man) . Ao saírem do Museu, Ozzie acidentalmente faz com que o esqueleto de um dinossauro exposto logo na entrada se desmonte. Já do lado de fora todos literalmente se jogam dentro do táxi de Hildy enquanto uma viatura da polícia recebe um chamado sobre o colapso de um dinossauro no Museu de História Natural, um gancho ótimo para um trocadilho, quando um dos policiais comenta que é uma pena o fato, pois Dinah Shore é sua cantora favorita.
O Grupo roda por diversos museus da cidade até que finalmente têm a ideia de se separarem para seguir a agenda impressa no poster da Miss Turnstiles que Gabey arrancou do metrô e de se econtrarem novamente no topo do Empire States Building às 8:30. Hildy diz que irá com Chip até a central do metrô atrás de informações enquanto Claire e Ozzie decidem ir ao Smithsonian para obter alguma informação.
Aqui entra o segundo número musical, Hildy e Chip estão a sós no táxi e ela agarra a oportunidade para convidá-lo para ir até sua casa (Come Up to My Place), mas Chip deseja fazer um rápido tour pela cidade e depois irem procurar por Ivy. Chip acaba por convencer Hildy a seguir pelo tour anotado no guia de seu avô, porém o que ele não sabe é que a maioria, se não forem todos, dos pontos turísticos apontados por seu avô não existem mais. Assim sendo, Hilde "vence" a batalha e Chip acaba indo com a moça para sua casa e finalmente se rendendo aos encantos da persistente taxista. Quando tudo parecia estar indo bem, entra em cena a colega de quarto de Hildy, Lucy Shmeeler (Alice Pearce), que os interrompe a cada minuto com seus espirros e técnicas para se livrar do resfriado até que Hildy decide se livrar dela.
Voltando para Gabey, que acaba de entrar no Symphonic Hall atrás de sua garota, que está ensaiando ballet com sua professora, Mme. Dilyovska, que a lembra sobre o compromisso como dançarina em Coney Island. E acaba por a encontrar treinando ballet de uma forma bem incomum e tenta a convidar para sair usando seu "charme" de marinheiro, o que não dá certo. Ao ver que estar perdendo, Gabey decide ir pelo lado da verdade e acaba por amolecer a mocinha ao dizer que é de Middleville, Indiana - a cidade natal de ambos - e acaba por lhe contar mais sobre sua cidadezinha e acabam fazendo o terceiro musical. Ao final Gabey a convida para saírem e marcam no topo do Empire State Builing. Porém, Ivy ainda tem que arranjar tempo para o compromisso em Coney Island.
Já com todos os pares acertados, resta agora eles se encontrarem no ponto marcado. O primeiro casal a chegar é Hildy e Chip, que está empolgado olhando os pontos turísticos por uma das lunetas do prédio, já se esquecendo de seu par. Hildy acaba por reclamar da falta de atenção do rapaz e decide ir embora quando este a magoa. Chip acaba por atirar seu guia pelo topo do prédio e se rende completamente de uma forma engraçada à Hildy (You're Awful). Os próximos a chegar são Claire e Ozzie que também não conseguiram - para não dizer que não tentaram - encontrar Ivy. E logo em seguida chega Gabey e diz que a conseguiu encontrar e que logo ela estará com eles, porém quem chega pelo elevador é um grupo de policiais, o dono da companhia de táxi de Hildy e o curador do Museu de História Natural cujo esqueleto de dinossauro havia sido destruído.
Vale a pena conferir como conseguiram se livrar de seus perseguidores e como Ivy conseguiu conciliar seu encotro com Gabey e não se atrasar para sua apresentação em Coney Island. Um filme bem produzido, ousando na forma de se filmar em locações e com excelentes musicais representados por grandes nomes do cinema.
Título: Um dia em Nova York
Original: On The Town
País: EUAElenco Principal: Gene Kelly, Frank Sinatra, Jules Mushin, Vera-Ellen, Betty Garrett e Ann Miller.
Mais um clássico da Sessão da Tarde. Pode-se dizer que se você nasceu na década de 80 e não assistiu às peripécias de Ferris Bueller, você não teve infância. É quase o mesmo que nunca ter brincado de Pega-Varetas, Pogobol, ou nunca ter tomado Toddy, sei lá. Ferris Bueller (Matthew Broderick) é um estudante em vias de se formar, mas a quem não se pode tomar como um modelo exemplar de aluno. Sua especialidade é matar aulas, e ele o faz com maestria. Finge uma dor de estômago, engana seus pais e consegue que o deixem faltar à escola nesse dia. Há no entanto, uma pessoa que não se deixa enganar por Ferris: Ed Rooney (Jeffrey Jones), diretor da escola. Este, após falhar em convencer a mãe de Ferris que seu filho não está doente, sai à caça de Bueller Chicago afora. Como diz um amigo meu, esse personagem é o melhor tipo de vilão: ele não desiste nunca, mesmo depois de ter sido humilhado de quase todas as formas que a mente humana pode conceber. Outra que não cai na conversa de Ferris é sua irmã Jeanie (Jennifer Grey), que morde o cotovelo de raiva por seu irmão conseguir se dar bem sempre, mesmo desafiando autoridades. Ela fará de tudo para desmascarar o irmão e convencer o mundo de que ele é um pilantra enganador. Ferris convence seu amigo pessimista Cameron (Alan Ruck) a entrar no jogo, e eles pegam emprestada a Ferrari 250 GT California (1961) do pai de Cameron, apesar dos apelos de Cameron. Pegam o carro e vão buscar a namoraad de Ferris, Sloane (Mia Sara), na escola, e saem para conhecer a cidade inteira, passando por todo tipo de lugar, desde museus a jogos de baseball. Esse é o tipo de filme pra toda a família: divertido, leve e sem grandes complicações.
Olá amigos do Excelente Filmes. Mais um dia, mais um post, mais um filme. Desta vez uma estória um pouco mais comovente e dramática, e com doses menos cavalares de ação.
'Sete Anos no Tibet' conta a estória de Heinrich Harrer (Brad Pitt), um alpinista austríaco de personalidade marcantemente arrogante e prepotente, em uma viagem que tinha tudo para ser um desastre completo, mas acaba por mudar sua vida nos mais variados aspectos.
Harrer, um jovem ambicioso e talentoso, é convidado a integrar uma expedição para escalar o monte Nanga Parbat. A expedição, no entanto, é obrigada a retornar devido a fortes tempestades e, ao chegarem à base da montanha, são presos como inimigos de guerra (são alemães e austríacos, e estão em solo britânico em plena 2ª Guerra Mundial).
Depois de inúmeros fracassos, Harrer consegue fugir, e se dirige ao Tibet, lar do ainda jovem Dalai Lama, em quem desperta enorme curiosidade. Começa então uma bela amizade, permeada por outros diversos sentimentos e fatores, e que darão uma beleza especial ao filme.
Sete anos no Tibet é uma excelente pedida para o início do final de semana, embora eu deva alertar que chega uma hora que "dá no saco" o sotaque austríaco do Brad Pitt.
Bom filme a todos, e até mais.
Título: Sete Anos no Tibet
Original: Seven Years in Tibet
País: EUA
Elenco Principal: Brad Pitt, David Thewlis, B.D. Wong, Jamyang Jamtsho Wangchuk.
Companhia: Mandalay Entertainment
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0120102/
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Mais uma vez Mel Gibson estrela a franquia Mad Max, dessa vez com o subtítulo "Além da Cúpula do Trovão". Max está mais velho, cabelos compridos, já não tem mais seu carro e anda numa carroça puxada por camelos no deserto "mais desértico" que a série já apresentou. E eis que logo no início do filme alguém já pisa no calo do homem: lhe roubam a carroça em pleno deserto sem que ele pudesse fazer algo a respeito. O ladrão é Jedediah the Pilot (Bruce Spence) e seu filho Jedediah Jr. (Adam Cockburn), um pentelho, como poderão notar em suas poucas aparições.
Max sai no encalço do ladrão, e os rastros o levam até uma cidade (se é que se pode chamar assim) chamada Bartertown, a qual é governada por Aunt Entity (Tina Turner. Nas legendas ela é chamada "Tia" ou "Titia", que é a tradução de "Aunt"). O local é um arremedo de cidade. Mas, após o apocalipse sofrido pelo mundo, é o ápice da urbanização a se encontrar por aí. As transações são feitas na base de trocas, seja do que for: camelos, gente, serviços, objetos, etc.
Chegando no local Max já se mete em outra confusão ao não ter nada com o que barganhar, visto ter sido roubado. Suas explicações não interessam aos locais, então ele recorre à sua especialiadde: violência. Depois do fuzuê aprontado ele acaba por ser levado à presença de Aunt, e esta, após um teste, lhe propõe um acordo no qual ele terá de matar uma pessoa. O alvo é MasterBlaster. E na verdade se trata de duas pessoas: Um sujeito corpulento e marombado (Blaster) que anda com um senhor de tamanho diminuto (um anão) nas costas de nome Master. Master é o cérebro da dupla, e Blaster os músculos. Juntos na usina de metano eles indiretamente governam Bartertown, o que incomoda Aunt ao extremo.
Há muito mais no filme, mas não posso falar sem sacrificar algumas boas surpresas, de forma que fico por aqui mesmo. Esse filme, apesar de melhor produzido e com um Mel Gibson já com mais experiência, nem de longe agradou ao público tanto quanto os dois primeiros da trilogia. Ainda assim é divertido e continua a ser um filme de ação digno de ser assistido.
Excelente Filmes dá o seu "joínha", mesmo porque, caso contrário, sequer falaríamos dele.
Boa sessão a todos, e até a próxima.
Título: Mad Max Além da Cúpula do Trovão Original: Mad Max Beyond Thunderdome País: Austrália Elenco Principal: Mel Gibson, Tina Turner, Bruce Spence, Adam Cockburn, Frank Thring, Angelo Rossitto, Paul Larsson, Angry Anderson Companhia: Kennedy Miller Productions IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0089530/Leia Mais…